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2 de março de 2015

Hospital São José realiza mutirão de consultas de ortopedia/coluna

O Hospital Municipal São José realizou no sábado (28) um mutirão de consultas da especialidade ortopedia/coluna em seu ambulatório de especialidades.

Foram atendidos 78 pacientes que aguardavam na fila, dos quais 12 tiveram agendado retorno para avaliação pré-operatória. Os outros 66 não apresentaram necessidade de intervenção cirúrgica e foram reencaminhados à rede básica de saúde para tratamento da dor e assistência.

O médico e coordenador do serviço de ortopedia do Hospital Municipal São José, Carlos Henrique Maçaneiro, explica que cerca de 10% dos pacientes que aguardam na fila necessitam de intervenção cirúrgica. “O restante não necessita de cirurgia, e pode ser atendido por um ortopedista geral, ou fazer tratamento com fisioterapia, por exemplo”, afirma.

Segundo a enfermeira coordenadora do ambulatório de especialidades do Hospital São José, Alice Regina Strehl Amoros Torres, servidores da equipe administrativa do setor entraram em contato com 110 pacientes – os nomes foram cedidos pela Secretaria da Saúde, que coordena a fila de consultas. “Desses, 100 confirmaram presença e 78 compareceram. Os outros 22 pacientes faltaram à consulta”, afirma Alice.

Para Alice, esse tipo de mutirão é importante para identificar os pacientes que necessitam de intervenção cirúrgica. “Esses pacientes não podem esperar por muito tempo, e com esses mutirões conseguimos agilizar esse processo”, explica.

Para realizar o mutirão, foi necessário o envolvimento de vários profissionais da saúde. Além dos médicos ortopedistas Carlos Henrique Maçaneiro e Rodrigo Fetter Lauffer, participaram do mutirão as enfermeiras Alice Regina Strehl Amoros Torres e Leci Freitas, 12 residentes de ortopedia, dois técnicos de enfermagem e agentes administrativos do ambulatório de especialidades.


26 de fevereiro de 2015

Grupo de Trabalho de Humanização do Hospital São José define planejamento para 2015

O Grupo de Trabalho de Humanização (GTH) do Hospital Municipal São José se reuniu na quarta-feira (25) para definir suas comissões internas e o planejamento para o ano de 2015.

Criado e incentivado pelo Ministério da Saúde, como uma ferramenta da Política Nacional de Humanização (PNH) do Sistema Único de Saúde (SUS), o GTH surgiu no Hospital Municipal São José em 2007.

A psicóloga e coordenadora do GTH do Hospital São José, Janaina de Almeida, explica que o grupo tem como objetivo divulgar e implantar a Política Nacional de Humanização dentro da unidade. “Com o avanço continuo nos processos de trabalho, gera-se uma maior satisfação do servidor e, como consequência disto, a instituição oferece um melhor atendimento ao usuário SUS”, salienta.

Segundo Janaina, o grupo trabalha com uma dinâmica de reflexão sobre as práticas das rotinas nos atendimentos aos usuários. “Essa reflexão proporciona uma melhoria no acolhimento e efetividade dos atendimentos prestados aos pacientes”, completa.

Segundo o terapeuta ocupacional e membro do GTH do Hospital São José, Jeovane Nascimento do Rosário, houve uma mudança de mentalidade dos servidores depois da criação e disseminação do grupo na unidade. “Tornamo-nos ainda mais cientes do nosso papel no desenvolvimento de estratégias para melhoria na dinâmica do trabalho e atendimento ao usuário SUS”, afirma.

No link do “GTH” estão disponíveis o regimento interno do Grupo de Trabalho de Humanização e o cronograma de reuniões do GTH do Hospital Municipal São José.


24 de fevereiro de 2015

Hospital São José faz a primeira captação completa de múltiplos órgãos de SC em 2015

A Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) do Hospital Municipal São José coordenou nesta terça-feira (24) a primeira captação completa de múltiplos órgãos de Santa Catarina em 2015.

Ao todo, foram captados de um mesmo doador os nove órgãos possíveis de serem retirados para transplante no estado. Coração, fígado, pâncreas, dois pulmões, duas córneas e dois rins serão transplantados em nove pacientes. Os órgãos eram de um jovem que teve morte encefálica confirmada na noite de segunda-feira (23).

Equipes de cinco cidades diferentes estiveram envolvidas nas captações: Blumenau, Curitiba, Florianópolis, Joinville e São Paulo. Todas contaram com o auxílio de vários profissionais da saúde do Hospital Municipal São José, além da utilização da estrutura e equipamentos da unidade.

O gerente de enfermagem e membro da CIHDOTT do Hospital Municipal São José, Robson Duarte, foi o responsável por conversar com a família do doador. “O desejo de doar os órgãos partiu da própria família”, salientou o enfermeiro.

Segundo Robson, é cada dia mais necessário essa conscientização sobre a importância da doação. “Só neste caso, nove pacientes receberão a chance de uma nova vida, mais saudável e de qualidade. É um momento de esperança em meio à dor da perda”, completou.

Segundo a enfermeira Liliane Azevedo, que também faz parte da CIHDOTT do Hospital Municipal São José, o doador de órgãos deve se manifestar em vida perante sua família. Não existe qualquer documento que comprove o desejo de ser um doador. “Apenas os familiares podem autorizar a captação dos órgãos depois de confirmada a morte do ente querido”, afirmou.


24 de fevereiro de 2015

Procedimentos cirúrgicos realizados no Hospital São José em janeiro superam a média de 2014

Estão disponíveis os indicadores do Hospital Municipal São José referentes ao mês de janeiro de 2015. Os gráficos podem ser acessados através do link “indicadores”, onde diversos dados sobre o hospital são atualizados mensalmente.

O mês de janeiro apresentou um aumento significativo no número de procedimentos cirúrgicos realizados no Hospital Municipal São José. Foram 1.336, superando os 1.079 feitos em janeiro de 2014, e a média do ano passado, que ficou em 1.176.

Outro aumento expressivo foi o de atendimentos no Pronto Socorro. Foram 4.229 no mês de janeiro, número que superou os 3.660 atendimentos realizados no mesmo período em 2014, e a média daquele ano, de 3.368.

Sobre os indicadores

São divididos em quatro partes: dados administrativos; atendimentos; auxiliares do diagnóstico e tratamento; mapas interativos.

Dados administrativos: número de servidores, consumo de água, energia elétrica, refeições e lavanderia.

Atendimentos: números e estatísticas de atendimentos por setor, procedência e especialidade.

Auxiliares do diagnóstico e tratamento: números referentes a exames e tratamentos realizados no hospital.

Mapas interativos: disponibiliza os indicadores de forma dinâmica através de um aplicativo geoespacial baseado nas coordenadas do Google Maps. Nos mapas interativos, além de indicadores catalogados por município, estão disponíveis indicadores divididos por bairros de Joinville.


10 de fevereiro de 2015

Hospital São José recebe R$22,9 mil do Troco Amigo

Representantes da rede Panvel Farmácias entregaram na terça-feira (10) ao Hospital Municipal São José R$22.966,09. O valor foi arrecadado durante todo o ano de 2014 através do programa Troco Amigo, criado pela empresa para ajudar hospitais do Sul do país – região onde atua – em reformas, otimização de serviços, compra de materiais e aparelhos hospitalares.

Esta é a quarta vez que o programa Troco Amigo colabora com o Hospital Municipal São José. Em janeiro de 2012 a Panvel entregou R$11.536,49. No início de 2013 a doação foi de R$19.962,20. Já em dezembro de 2013, foram entregues ao hospital R$11.133,60.

O diretor-presidente do Hospital Municipal São José, Carlos Alexandre da Silva, recebeu dos representantes da Panvel Farmácias o cheque simbólico no valor de R$22.966,09 e falou sobre a importância de programas como o Troco Amigo. “Tão ou mais importante que o valor em si é o reconhecimento e a confiança no trabalho realizado no Hospital Municipal São José”, salientou.

Para contribuir com o “Troco Amigo” é simples. Ao adquirir qualquer produto em alguma das 290 lojas da rede Panvel Farmácias espalhadas pelo Sul do Brasil o cliente doa o seu troco em dinheiro, recebe um cupom comprovando a sua doação e, no final do ano, o valor arrecadado é investido em reformas ou novos equipamentos que possibilitarão melhorar o atendimento das unidades de saúde na região de atuação da rede.

O programa Troco Amigo começou em 2008 e já arrecadou mais de R$ 2 milhões para hospitais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Curitiba, atendendo atualmente a 26 instituições hospitalares.


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